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Entrevista

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  • 01/05/2015 0h00 Entrevista

    Jesus Brigos é professor do Instituto de Filosofia de Havana e esteve no Brasil em abril deste ano para participar do Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde. O momento não poderia ser mais oportuno, já que os jornais noticiavam um esforço de aproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos, depois de décadas de bloqueio econômico. Aproveitando sua estada no Brasil, Jesus participou de outros eventos e cursos, em que abordou os riscos que estão colocados para Cuba nesse novo cenário e, principalmente, as mudanças econômicas com as quais o país tem enfrentado a crise, promovendo uma maior abertura para a iniciativa privada. Ainda existe socialismo em Cuba? É possível controlar o capital? Essas são algumas perguntas que Jesus responde nesta entrevista, em que ele reconhece o desafio do país de criar um caminho alternativo, que não está escrito em lugar nenhum. Aqui, ele também comenta o êxito das políticas sociais cubanas, principalmente de saúde e educação, e tenta se defender das críticas sobre a postura do país em relação aos direitos humanos.

  • 27/03/2015 12h30 Entrevista

    Mario Scheffer, professor da USP analisa os resultados de estudo que mapeou as empresas de saúde suplementar que doaram dinheiro para a campanha eleitoral no ano passado e os candidatos que receberam esses recursos.

  • 13/03/2015 12h30 Entrevista

    O deputado federal tentou criar uma CPI para investigar os planos de saúde e foi impedido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Nesta entrevista, Ivan Valente destaca as doações de campanha feitas pelas empresas de saúde suplementar e denuncia a defesa de interesses privados no Congresso.

  • 11/03/2015 12h30 Entrevista

    O Brasil pode ser o primeiro país do mundo a liberar o plantio de eucalipto transgênico. A honraria duvidosa só não veio na semana passada por conta de um protesto da Via Campesina que interrompeu a reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em que a liberação seria votada. Antes da interrupção, a comissão já havia aprovado a comercialização de variedades de milho transgênico resistentes aos agrotóxicos 2,4-D – considerado de extrema toxicidade pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – e ao haloxifape. A votação sobre o eucalipto transgênico acabou sendo adiada para o começo de abril. Mas o agrônomo Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, acredita que, se depender da CTNBio, a aprovação é certa. Para ele, a liberação do eucalipto transgênico deve contribuir para aumentar ainda mais a utilização de agrotóxicos no Brasil, que já é o maior consumidor desses venenos no mundo.

  • 01/03/2015 12h30 Entrevista

    João Márcio Pereira, professor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, acaba de publicar, junto com Marcela Pronko, o livro 'A demolição de direitos: um exame das políticas do Banco Mundial para a educação e a saúde (1980-2013) ', editado pela EPSJV/Fiocruz. Entre muitos outros trabalhos, ele é autor também do livro 'O Banco Mundial como ator político, intelectual e financeiro (1944-2008)', que foi resultado da sua tese de doutorado. Nesta entrevista, ele explica o papel do Banco nas políticas de austeridade que recaem sobre os países, destrincha o receituário do chamado "ajuste estrutural" e ressalta que, ao contrário do que boa parte da esquerda pensa, a atuação dessas instituições não se dá apenas de forma impositiva, contando sempre com a participação dos governos nacionais e a adesão de parcelas da sociedade civil.

  • 01/03/2015 12h30 Entrevista

    No próximo domingo, 8 de março, o mundo comemora do Dia Internacional da Mulher. A celebração da data, no entanto, é cada vez menos vinculada às suas origens: foi em 8 de março de 1917 que dezenas de milhares de operárias russas que trabalhavam no setor de tecelagem entraram em greve denunciando, entre outras coisas, as péssimas condições de trabalho e a situação de miséria dos trabalhadores. Considerada um marco importante da mobilização que culminaria com a Revolução Russa, essa greve é mais um exemplo da relação que as primeiras organizações feministas mantinham com o movimento operário. Passados quase 100 anos, algumas correntes do movimento feminista continuam destacando as relações de trabalho como centrais para a luta das mulheres. É nessa trilha que a professora da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte Mirla Cisne define sua área de estudo e militância como “feminismo materialista”, uma abordagem que trabalha com as ideias de sexo, raça e classe de forma indissociável. Nesta entrevista, Mirla, que em 2014 lançou o livro 'Feminismo e Consciência de Classe', explica a relação entre essas perspectivas e mostra como as desigualdades de sexo e raça são funcionais para a lógica do capitalismo.

  • 01/12/2014 16h23 Entrevista

    Durante o encerramento da CONAE 2014, Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa na qual fez um balanço da Conae e abordou algumas temáticas. Confira.

  • 03/10/2014 8h00 Entrevista

    O professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Ciências Médica da Unicamp Gastão Wagner traz importantes reflexões sobre os prós e contras da saúde pública no contexto atual, além de apontar rumos para o candidato que irá vencer a eleição. Confira.

  • 03/10/2014 8h00 Entrevista

    O professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro Roberto Leher avalia aqui o cenário atual da educação brasileira, com recorte na educação profissional. Além disso aponta os rumos para educação daqui para frente.

  • 26/09/2014 12h30 Entrevista

    Rodoviários, garis, operários da construção civil: o Brasil tem assistido a uma onda de greves feitas por trabalhadores cuja participação em movimentos organizados não era comum até muito pouco tempo. E nos episódios mais recentes, várias dessas categorias entraram em greve contra o seu próprio sindicato. Seriam ecos das jornadas de junho? Para Marcelo Badaró, professor de História da Universidade Federal Fluminense (UFF) que estuda sindicalismo, a diminuição da insegurança no emprego, que fortalece a mobilização de categorias ligadas à iniciativa privada, o aumento da precarização e superexploração dos trabalhadores e o processo de "domesticação" de sindicatos e centrais sindicais são alguns elementos que ele traz para ajudar a entender o momento atual no Brasil.