reforma do ensino médio
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30/07/2021 9h53 Entrevista
O Ministério da Educação (MEC) publicou no Diário Oficial da União no dia 14 de julho a portaria 521, que institui o Cronograma Nacional de Implementação do Novo Ensino Médio. Entre outras medidas, a normativa adiou para 2024 o prazo para que as redes estaduais implementem as mudanças trazidas pela lei 13.415/2017, a chamada reforma do ensino médio, que inicialmente previa um prazo de cinco anos para que fosse implementada, que terminaria no ano que vem. A medida já era esperada pelas redes estaduais em meio aos desafios trazidos pela pandemia de Covid-19, com o fechamento de escolas e o agravamento da crise econômica que afetou diretamente a arrecadação tributária dos estados. Nesta entrevista, a pesquisadora do Observatório do Ensino Médio da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Camila Grassi analisa os efeitos da portaria 521, que segundo ela exemplifica a articulação existente no conjunto de mudanças instituídas na esteira da aprovação da reforma do ensino médio, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação) e o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) 2021. Processo que, como lembra Camila, vem sendo realizado segundo a concepção educacional dos agentes que compõem o que ela chama de redes de governança, nas quais se articulam institutos privados que representam os interesses de diferentes frações do empresariado no campo educacional.
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12/03/2021 12h54 Reportagem
MEC e Banco Mundial se reúnem para discutir apoio financeiro à implementação da reforma do ensino médio. Especialistas chamam atenção para a influência crescente do setor empresarial na formulação das políticas educacionais
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08/03/2021 12h36 Reportagem
Por lei, a reforma deve ser implementada até 2022, mas fechamento das escolas e crise econômica agravada pela pandemia trazem dificuldades extras aos estados
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29/01/2021 10h05 Reportagem
Especialistas manifestam preocupação com o conteúdo das novas diretrizes nacionais da educação profissional, homologadas pelo MEC no início de janeiro, por estarem alinhadas à reforma do ensino médio
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19/01/2021 15h48 Reportagem
Novas Diretrizes Curriculares da Educação Profissional foram homologadas pelo MEC em janeiro. Em reportagem da última Revista Poli, pesquisadora apontava que texto pode fragilizar o ensino médio e criar um mercado para o setor privado nas redes estaduais
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25/08/2020 16h42 Entrevista
Nesta entrevista, realizada originalmente para a produção de uma matéria sobre Escola Unitária, publicada na edição especial da Revista Poli, comemorativa dos 35 anos da EPSJV/Fiocruz, Luiz Carlos Freitas conta a experiência da Escola Única do Trabalho na Rússia pós-revolução. O professor aposentado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que há diferenças entre os princípios dessa concepção, elaborados pelos Pioneiros da Educação, e a forma como eles foram postos em prática, analisa as dificuldades de adoção desse‘modelo’ nos dias de hoje e comenta o quanto a Reforma do Ensino Médio brasileiro se distancia dessa perspectiva, ao aprofundar a dualidade educacional.
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13/01/2020 12h14 Reportagem
Veja como os Institutos Federais e a rede de educação profissional de São Paulo estão encarando a Reforma do Ensino Médio
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13/01/2020 11h20 Reportagem
Gestores estaduais de todas as regiões brasileiras relatam como anda o processo de construção do novo currículo e apontam as dificuldades de implementar as mudanças que deveriam começar agora em 2020. Especialistas confrontam o texto da reforma com a realidade das redes educacionais
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12/04/2019 10h23 Entrevista
O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União no final da semana passada a portaria 1.432, que estabelece referenciais para a elaboração dos itinerários formativos criados pela reforma do ensino médio. Aprovada ainda em 2016 durante o governo Michel Temer, a reforma dividiu o currículo desta etapa do ensino entre os conteúdos comuns que devem ser oferecidos a todos os estudantes – estabelecidos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – e conteúdos específicos às áreas de matemática, linguagens, biologia, ciências humanas e formação técnica e profissional. Os itinerários formativos se referem a esta última etapa. A publicação da portaria foi um dos últimos atos do agora ex-ministro Ricardo Vélez à frente do MEC – Vélez foi demitido do cargo na última segunda-feira (08) pelo presidente Jair Bolsonaro. Ela dá prosseguimento ao processo iniciado pelo governo Michel Temer, que, além da lei da reforma do ensino médio, aprovou ainda a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM) – homologada pelo MEC em novembro do ano passado - e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em dezembro. O principal objetivo da portaria 1.432 é orientar os sistemas de ensino na construção dos itinerários formativos com base na nova DCNEM, que estabeleceu que cada itinerário formativo deve ser construído com base em quatro “eixos estruturantes”: Investigação Científica, Processos Criativos, Mediação e Intervenção Cultural e Empreendedorismo. Nesta entrevista, a professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e integrante do GT Currículo da Associação Nacional de Pesquisa em Educação (Anped) Inês Barbosa de Oliveira comenta a publicação, e alerta que ela consolida um processo de reformas que devem aprofundar as desigualdades educacionais no país.
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06/12/2018 14h46 Reportagem
Documento é alvo de críticas por movimentos sociais e associações científicas da educação desde que foi apresentada pelo MEC, em abril. Ex-presidente da comissão da BNCC no CNE critica falta de transparência e de diálogo na discussão da base
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