reforma do ensino médio

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  • 12/03/2021 12h54 Reportagem

    MEC e Banco Mundial se reúnem para discutir apoio financeiro à implementação da reforma do ensino médio. Especialistas chamam atenção para a influência crescente do setor empresarial na formulação das políticas educacionais

  • 08/03/2021 12h36 Reportagem

    Por lei, a reforma deve ser implementada até 2022, mas fechamento das escolas e crise econômica agravada pela pandemia trazem dificuldades extras aos estados

  • 29/01/2021 10h05 Reportagem

    Especialistas manifestam preocupação com o conteúdo das novas diretrizes nacionais da educação profissional, homologadas pelo MEC no início de janeiro, por estarem alinhadas à reforma do ensino médio

  • 19/01/2021 15h48 Reportagem

    Novas Diretrizes Curriculares da Educação Profissional foram homologadas pelo MEC em janeiro. Em reportagem da última Revista Poli, pesquisadora apontava que texto pode fragilizar o ensino médio e criar um mercado para o setor privado nas redes estaduais

  • 25/08/2020 16h42 Entrevista

    Nesta entrevista, realizada originalmente para a produção de uma matéria sobre Escola Unitária, publicada na edição especial da Revista Poli, comemorativa dos 35 anos da EPSJV/Fiocruz, Luiz Carlos Freitas conta a experiência da Escola Única do Trabalho na Rússia pós-revolução. O professor aposentado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que há diferenças entre os princípios dessa concepção, elaborados pelos Pioneiros da Educação, e a forma como eles foram postos em prática, analisa as dificuldades de adoção desse‘modelo’ nos dias de hoje e comenta o quanto a Reforma do Ensino Médio brasileiro se distancia dessa perspectiva, ao aprofundar a dualidade educacional.

  • 13/01/2020 12h14 Reportagem

    Veja como os Institutos Federais e a rede de educação profissional de São Paulo estão encarando a Reforma do Ensino Médio

  • 13/01/2020 11h20 Reportagem

    Gestores estaduais de todas as regiões brasileiras relatam como anda o processo de construção do novo currículo e apontam as dificuldades de implementar as mudanças que deveriam começar agora em 2020. Especialistas confrontam o texto da reforma com a realidade das redes educacionais

  • 12/04/2019 10h23 Entrevista

    O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União no final da semana passada a portaria 1.432, que estabelece referenciais para a elaboração dos itinerários formativos criados pela reforma do ensino médio. Aprovada ainda em 2016 durante o governo Michel Temer, a reforma dividiu o currículo desta etapa do ensino entre os conteúdos comuns que devem ser oferecidos a todos os estudantes – estabelecidos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – e conteúdos específicos às áreas de matemática, linguagens, biologia, ciências humanas e formação técnica e profissional. Os itinerários formativos se referem a esta última etapa. A publicação da portaria foi um dos últimos atos do agora ex-ministro Ricardo Vélez à frente do MEC – Vélez foi demitido do cargo na última segunda-feira (08) pelo presidente Jair Bolsonaro. Ela dá prosseguimento ao processo iniciado pelo governo Michel Temer, que, além da lei da reforma do ensino médio, aprovou ainda a revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM) – homologada pelo MEC em novembro do ano passado - e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em dezembro. O principal objetivo da portaria 1.432 é orientar os sistemas de ensino na construção dos itinerários formativos com base na nova DCNEM, que estabeleceu que cada itinerário formativo deve ser construído com base em quatro “eixos estruturantes”: Investigação Científica, Processos Criativos, Mediação e Intervenção Cultural e Empreendedorismo. Nesta entrevista, a professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e integrante do GT Currículo da Associação Nacional de Pesquisa em Educação (Anped) Inês Barbosa de Oliveira comenta a publicação, e alerta que ela consolida um processo de reformas que devem aprofundar as desigualdades educacionais no país.

  • 06/12/2018 14h46 Reportagem

    Documento é alvo de críticas por movimentos sociais e associações científicas da educação desde que foi apresentada pelo MEC, em abril. Ex-presidente da comissão da BNCC no CNE critica falta de transparência e de diálogo na discussão da base

  • 06/07/2018 11h39 Entrevista

    O sociólogo César Callegari renunciou, no início desta semana (2/7), à presidência da comissão que analisa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Conselho Nacional de Educação (CNE). Em carta endereçada aos conselheiros do CNE, Callegari – que permanece como integrante do órgão até outubro deste ano – fez críticas à BNCC do Ensino Médio, apresentada pelo MEC ao Conselho em abril. Segundo ele, o documento do ensino médio contradiz o que foi definido na BNCC da Educação Infantil e Fundamental, homologada pelo CNE em dezembro de 2017, e é “radicalmente distinta” das versões iniciais. Para Callegari, a organização do documento, em que apenas as disciplinas de matemática e português aparecem como obrigatórias, com as demais diluídas em áreas do conhecimento, é um dos principais problemas. Ele reivindica, também, a revogação da Lei 13.415/2017, que aprovou a reforma do ensino médio. Segundo ele, representa um grave retrocesso, na medida em que autoriza que essa etapa de ensino seja ofertada na modalidade a distância, abre espaço para que recursos públicos sejam direcionados para a iniciativa privada e permite a contratação de professores sem formação específica para dar aulas na educação básica. Nesta entrevista, ele expõe suas críticas ao governo, fala sobre a pressão do MEC para acelerar a aprovação do documento pelo CNE e responde às críticas apresentadas por educadores e movimentos críticos à BNCC durante o processo de discussão da base no conselho.