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  • 29/07/2019 16h07 Dicionário Jornalístico

    Instância colegiada, deliberativa e permanente do SUS, o CNS integra a estrutura organizacional do Ministério da Saúde e tem a missão de fiscalizar, acompanhar e monitorar as políticas públicas da área, levando as demandas da população ao poder público. Por isso, é considerado a principal instância do controle social na saúde.

  • 06/11/2019 14h55 Dicionário Jornalístico

    Verbete explica o funcionamento, a história e os dilemas do Conselho Tutelar, espaço que compõe a rede de proteção à infância e adolescência ligada à administração municipal. Este ano, eleições para o órgão geraram polêmica em todo o país

  • 25/02/2016 11h00 Dicionário Jornalístico

    Há quem chame de midiativismo e outros nomes da moda. Mas há também quem ache que a cobertura que o grupo de jornalistas do Mídia Ninja fez durante as manifestações de junho foi um bom e velho trabalho de contra-informação. As gravações do grupo, que cobriam e transmitiam ao vivo os protestos, sempre perto dos locais em que em geral explodiam os embates entre a polícia e os manifestantes, chegaram a ter 50 mil acessos ao mesmo tempo, alcançando 180 mil em uma mesma transmissão.

  • 25/02/2016 10h58 Dicionário Jornalístico

    À primeira vista, o significado desse verbete pode parecer óbvio: a palavra controle remete, sem demoras, à ideia de coerção, que, por sua vez, está intimamente ligada a categorias como violência e poder. No entanto, há uma outra possibilidade de interpretação. Ela foi pensada pelo campo da saúde pública no Brasil, que inverteu a ordem dos fatores e criou um tipo de controle que é exercido pela sociedade e não sobre ela.

  • 06/03/2020 13h57 Dicionário Jornalístico

    Criada na década de 1970 como conquista do movimento feminista, as delegacias da mulher no Brasil ainda são poucas, com estrutura precária e carência de profissionais especializados

  • 25/02/2016 10h57 Dicionário Jornalístico

    De quatro em quatro anos você participa de um ritual: sai de casa para escolher, pelo voto, aqueles que vão representar as suas ideias no Executivo ou no Legislativo, tomando decisões políticas no seu lugar. É a ‘festa da democracia’. Mas há quem ache que, na origem, essa festa era mais animada e recebia muito mais convidados do que hoje

  • 01/03/2014 10h56 Dicionário Jornalístico

    No dia 1° de dezembro de 1955, a costureira Rosa Parks ia para o trabalho de ônibus na cidade de Montgomery, capital do estado americano do Alabama, onde então vigorava uma lei de segregação racial no transporte público municipal. A lei dizia que as primeiras fileiras de assentos dos ônibus que circulavam pela cidade eram reservadas a passageiros brancos. Os negros eram obrigados a sentar-se na traseira dos veículos. Negra, Rosa Parks ocupava um assento no meio do ônibus quando foi abordada pelo motorista da condução, que pediu que ela e mais três passageiros negros desocupassem seus assentos para dar lugar a quatro passageiros brancos que haviam acabado de entrar no ônibus. Ao negar-se a ceder seu assento, Rosa foi presa e fichada. Seu ato, porém, entraria para a história do movimento pelo fim da segregação racial nos Estados Unidos, ao servir de estopim a um boicote organizado pela população negra aos ônibus urbanos de Montgomery em protesto contra a lei injusta, que acabaria sendo revogada pela Suprema Corte americana no final do ano seguinte.

  • 05/11/2010 11h54 Dicionário Jornalístico

    O professor exemplifica: se você tem um cachorro de estimação e, quando chega em casa, ele traz seu chinelo na boca, fazendo festa, isso significa que você não tem chulé. O aluno, orgulhoso da descoberta, tenta explicar a um amigo. “Você tem cachorro em casa?”, pergunta. O amigo responde que não. A conclusão é imediata: “Então você tem um chulé danado!”. A piada, conhecida, é uma brincadeira com a chamada lógica formal. E dizem as más línguas que ela — e muitas outras — foi inventada por pesquisadores adeptos do método dialético.

  • 13/07/2018 10h30 Dicionário Jornalístico

    Na madrugada do 1º de maio, dia do trabalhador, um incêndio consumiu o edifício Wilton Paes de Almeida, no centro de São Paulo. O prédio de 24 andares desabou. Abrigava 455 pessoas que viviam numa ocupação organizada pelo movimento Luta por Moradia Digna. Nas semanas que se seguiram à tragédia, que deixou ao menos sete mortos, muito se discutiu sobre as ocupações: quantas existem e onde? Quem deveria ser responsabilizado? A prefeitura? O movimento social? Rapidamente, o foco se direcionou para o segundo. Pipocaram reportagens sobre a idoneidade das lideranças e cobrança de taxas na ocupação. Mas pouco se falou sobre o que a tragédia revela da negação do direito à moradia no Brasil

  • 25/01/2012 11h52 Dicionário Jornalístico

    É possível falar em direitos fundamentais ligados à ‘essência’ dos seres humanos, ou são os direitos humanos uma construção histórica? Quais são as contradições que permeiam os discursos acerca dos direitos humanos?