teoria marxista

Exibindo 1 - 5 de 5
  • 11/05/2018 12h09 Entrevista

    No último sábado completaram-se 200 anos do nascimento de um dos pensadores mais importantes e polarizadores da história recente. No dia 5 de maio de 1818 nascia Karl Marx, o fundador do materialismo histórico dialético, método científico por meio do qual ele analisou as relações sociais capitalistas em obras seminais como ‘O Capital’, ‘A ideologia alemã’ e o ’O 18 de Brumário de Luis Bonaparte’, que se tornariam centrais para a construção de um pensamento e de programas políticos da esquerda em todo o mundo. Nesta entrevista, a historiadora e professora-pesquisadora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) fala sobre a importância e a atualidade do pensamento de Marx diante das transformações da sociedade capitalista e do mundo do trabalho nos últimos 200 anos. E argumenta que, ao contrário do que pregam seus críticos, a leitura da obra de Marx se faz cada dia mais urgente.

  • 01/01/2013 9h45 Entrevista

    Brasileiro radicado na França, Michael Löwy é diretor de pesquisas do Centre National de la Recherce Scientifique (CNRS) . Nesta entrevista, ele discute a crise que o capitalismo atravessa e os movimentos reivindicatórios que têm surgido em diferentes cantos do mundo. Além disso, explica os princípios e limitações da ideia de ‘ecossocialismo'

  • 05/11/2010 11h54 Dicionário Jornalístico

    O professor exemplifica: se você tem um cachorro de estimação e, quando chega em casa, ele traz seu chinelo na boca, fazendo festa, isso significa que você não tem chulé. O aluno, orgulhoso da descoberta, tenta explicar a um amigo. “Você tem cachorro em casa?”, pergunta. O amigo responde que não. A conclusão é imediata: “Então você tem um chulé danado!”. A piada, conhecida, é uma brincadeira com a chamada lógica formal. E dizem as más línguas que ela — e muitas outras — foi inventada por pesquisadores adeptos do método dialético.

  • 15/05/2010 10h27 Dicionário Jornalístico

    Como se faz para que um trabalhador acorde diariamente, deixe sua casa, enfrente transportes lotados e uma série de dificuldades para ser explorado e reproduzir a ordem que o oprime? A resposta imediata a essa pergunta, certamente, levaria em consideração as necessidades materiais do trabalhador e também os mecanismos que o obrigam a submeter-se a essas condições, como a repressão àqueles que questionam a ordem, as ameaças de demissão, entre outros. Mas apenas isso não basta para entender o estabelecimento e a manutenção das relações de poder.

  • 15/12/2008 9h45 Entrevista

    Em janeiro de 2009, o povo boliviano foi às urnas para aprovar a nova Constituição do país. Em setembro de 2008, foi a vez do Equador. Já a Venezuela aprovou seu novo texto constitucional, a ‘Constituição Bolivariana’ em 1999. Em comum, as três constituições defendem uma maior presença do Estado na economia: proposta que se apresenta como um contraponto à tendência neoliberal dos anos 90. Na opinião de Néstor Kohan – doutor em Filosofia e Letras pela Universidade de Buenos Aires (UBA), coordenador da Cátedra Che Guevara – Colectivo Amauta e professor-convidado da Escola Nacional Florestan Fernandes, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) –, isso mostra que estamos num novo contexto político, que abre espaço para a ampliação da esquerda e de seu projeto contra-hegemônico. Ao mesmo tempo, segundo ele, outros países latino-americanos como Brasil, Argentina, Uruguai e Chile têm discursos progressistas e praticam o chamado ‘capitalismo humanizado’ ou terceira via. Esse é um dos assuntos abordados pelo filósofo argentino nesta entrevista, em que ele faz uma análise dos movimentos populares da América Latina, explica o que é ‘capitalismo humanizado’ e qual é a diferença entre terrorismo e revolução. Ele também fala sobre igualdade e eqüidade nos governos latino-americanos e suas políticas para saúde, educação e trabalho.