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  • 21/05/2020 12h05 Reportagem

    Técnicos e auxiliares de enfermagem estão entre os trabalhadores da saúde mais vulneráveis ao Covid-19, com uma centena de óbitos registrados até o momento no país segundo o Cofen. Falta de EPIs e de treinamento adequado estão entre as principais causas, dizem representantes das categorias

  • 20/05/2020 13h42 Entrevista

    Desde antes de a pandemia de Covid-19 chegar com força por aqui, os trabalhadores brasileiros já se deparavam com um mercado de trabalho bastante adverso, cujos indicadores apontavam altas taxas de desemprego e informalidade, bem como uma queda no rendimento médio das famílias. Cenário que, para o pesquisador José Dari Krein, do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Cesit/Unicamp), foi resultado direto do avanço da agenda de flexibilização e desregulamentação do trabalho no país – especialmente com a Reforma Trabalhista aprovada em 2017 - e do congelamento dos gastos públicos – com a Emenda Constitucional 95, em 2016. Ambas as medidas foram adotadas em resposta à crise econômica que perdura desde 2015. Para Krein, a pandemia serviu para evidenciar o cenário de precarização e péssimas condições de trabalho a que está submetida grande parte dos trabalhadores, principalmente aqueles que exercem atividades consideradas essenciais no contexto da pandemia, como profissionais da saúde e entregadores de serviços de delivery, por exemplo. Na visão do pesquisador da Unicamp, as medidas adotadas pelo governo até aqui para garantir renda entre os trabalhadores informais e preservar o emprego daqueles com carteira assinada não serão suficientes para evitar que a recessão econômica se aprofunde no país. A tendência, diz ele, é de uma queda significativa do rendimento e uma explosão da taxa de desemprego no país, a menos que o Estado promova medidas mais incisivas de proteção do emprego e da renda, como as que foram adotadas por países como Espanha e Inglaterra no contexto do enfrentamento da pandemia.

  • 16/04/2020 10h30 Entrevista

    O secretário especial de Previdência e Trabalho, do Ministério do Trabalho, Bruno Bianco, anunciou nesta semana, em coletiva de imprensa, que mais de um milhão de trabalhadores tiveram a jornada de trabalho reduzida ou o contrato de trabalho suspenso por conta da implementação da Medida Provisória (MP) 936/20. A medida entrou em vigor no primeiro dia do mês de abril de 2020. Nesta entrevista, a presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noêmia Porto, explica as consequências da aprovação dessa MP para os trabalhadores.

  • 06/03/2020 10h11 Acontece na EPSJV

    Periódico científico editado pela EPSJV/Fiocruz apresenta mudanças na identidade visual e novas redes sociais

  • 15/01/2020 11h29 Reportagem

    Artigo da Trabalho, Educação e Saúde mostra dificuldades de vínculo dessa população com a atenção primária ofertada no território

  • 26/09/2018 9h07 Acontece na EPSJV

    O encontro trouxe Helena Hirata, professora da Universidade de Paris e uma das principais referências no mundo da literatura sobre o trabalho feminino de cuidados

  • 27/07/2016 11h09 Entrevista

    Quando a equipe de reportagem da EPSJV/Fiocruz terminava a última edição da Poli (n° 46), a Casa Civil da Presidência da República informou que nenhuma iniciativa tinha sido tomada para construir a proposta de reforma trabalhista prometida pelo governo interino. Não passou muito tempo até que, num café da manhã com jornalistas no dia 20 de julho, o ministro provisório do trabalho, Ronaldo Nogueira, anunciasse os termos da proposta que, tal como a reforma da previdência, deve ser apresentada ao Congresso ainda este ano. Sobre os pontos principais da contrarreforma, quase nenhuma surpresa em relação ao que a Poli adiantou e ao que se podia ler no programa do PMDB, ‘Ponte para o futuro’: desmonte da Consolidação das Leis do Trabalho, fazendo o negociado prevalecer sobre o legislado, regulamentação da terceirização e ampliação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado no governo Dilma Rousseff. Nesta entrevista, realizada pouco antes desse anúncio do ministro interino, o professor da Faculdade de Economia da Unicamp, Marcio Pochmann, rebate as ideias que agora se apresentam oficialmente como propostas, explicando por que a ideia de que flexibilização das leis trabalhistas permite gerar mais emprego é um mito difundido pelo empresariado

  • 27/07/2016 10h42 Entrevista

    Na entrevista em que adiantou a jornalistas os pontos principais da reforma trabalhista que será proposta pelo governo interino, o ministro provisório do trabalho, Ronaldo Nogueira, citou a flexibilização da CLT para garantir a prevalência do negociado (entre patrões e empregados) sobre o legislado e a regulamentação da terceirização. Nesta entrevista, realizada antes desse anúncio, mas já prevendo o caráter das medidas que comporiam a reforma, o presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Germano Siqueira, rebate os argumentos do empresariado que estão sendo encampados pelo governo interino, defende a CLT e reafirma a importância de uma legislação que proteja o trabalhador como o lado mais fraco da relação capital-trabalho

  • 13/11/2015 9h00 Reportagem

    Ao mesmo tempo em que desemprego aumenta no país, ajuste fiscal limita acesso a benefícios trabalhistas e reduz investimento público. O resultado dessa equação, segundo especialistas ouvidos pela Poli, é mais desequilíbrio e recessão

  • 13/09/2012 8h45 Entrevista

    Em tempos de eleições municipais, temas como saúde, educação e transporte são as mais presentes nas campanhas eleitorais; o trabalho, não. A ausência desta temática é incompatível com a responsabilidade do poder municipal em relação à geração de empregos, direta e indiretamente. Paulo Passarinho, economista, especialista em políticas públicas e membro do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro, analisa nesta entrevista as políticas de incentivo fiscal realizadas atualmente por cidades de todo país, o tipo de emprego gerado e aponta ainda um caminho que, na sua opinião, deveria pautar a gestão dos futuros prefeitos: o de recuperação do serviço público, favorecendo assim, uma maior geração de empregos de qualidade.